LEIA MULHERES MACEIÓ

Em 2014, popularizou nas redes sociais a hashtag #readwomen2014, um projeto pessoal lançado para ampliar o contato com a produção de mulheres na literatura. A iniciativa motivou a criação do Leia Mulheres São Paulo em 2015. O projeto tornou-se uma experiência bem-sucedida e inspirou a abertura de ramificações locais do Clube Leia Mulheres, que atualmente existe em mais de 100 cidades. Em Maceió, o Leia Mulheres surgiu no ano seguinte, em janeiro de 2016.  

A expansão do Leia Mulheres no país se deu de forma horizontal. Apesar do uso do mesmo nome, cada ramificação tem autonomia em relação à escolha dos livros e frequência das atividades, desde que se comprometa com as premissas do Leia Mulheres Nacional. Os critérios incluem ser aberto a todas as pessoas, efetuar reuniões em locais públicos, ler apenas livros de autoras do gênero feminino e possuir mediadoras mulheres. 

O Leia Mulheres Maceió realiza encontros presenciais uma vez ao mês, sempre aos sábados e, na maioria das vezes, reúnem entre cinco e vinte pessoas. O clube não tem "dona" e atua de maneira colaborativa, sob a coordenação de diversas mediadoras que se sucederam voluntariamente ao longo dos anos. 

Na lista de leituras, constam livros estrangeiros e brasileiros. O processo de escolha do clube valoriza a leitura de escritoras nascidas ou residentes em Alagoas. Nesse recorte, os encontros já contemplaram livros como: Segunda pele, de Isis Florescer, No miolo da orquídea dorme a onça, de Gabriela Malta, Almerinda Gama: a sufragista negra, de Cibele Tenório, Sob a pele de Maria, de Milena Maria Testa, Os velhos e os dias, de Carol Mesquita.

Os integrantes do clube mantém um perfil no Instagram e um grupo no whatsapp, com mais de setenta membros ativos. Por meio desses canais de comunicação, ocorrem as trocas de conversas sobre as leituras e o agendamento dos eventos. 

@leiamulheresmcz

FONTE: Informações fornecidas pelo próprio clube.