SOLANGE CHALITA

Maceió, AL (1938)

BIO

Pintora, advogada, jornalista, professora, poeta e contista. Solange Berard Lages Chalita trabalhou como professora catedrática de Grego no Colégio Estadual de Alagoas e, de Português, no Colégio Moreira e Silva. De 1970 a 1975, dirigiu o Departamento de Assuntos Culturais do Estado. Liderou a criação do Festival de Verão em Marechal Deodoro e criou o Festival de Cinema de Penedo. Em 1975, reiniciou, no Jornal de Alagoas, a seção literária Balanço, trocando-a para Jornal de Cultura. Foi presidente da Fundação Pierre Chalita (1980), da União Brasileira de Escritores (SP) e da Associação Brasileira de Críticos de Arte (SP). Participou de diversas exposições entre as quais no Centro de Estudos Brasileiros: Embaixada do Brasil, Roma, Itália (1983); na Casa do Brasil, Ciudad Universitária, Madrid-Espanha; na Coletiva de Pintores Alagoanos, Paço das Artes, em São Paulo, em 1980; na Alagoas Arte Atual, realizada na Fundação Pierre Chalita (1989); no 30º Salão de Arte da Marinha, Centro Cultural de Exposições Ruth Cardoso em Maceió (2016), entre outras. Suas obras Canto sinônimo (1970) e Canto/Desencanto (1975) foram contempladas com o Prêmio Othon Bezerra de Melo, da Academia Alagoana de Letras (AAL), e o livro Passagem, recebeu o Prêmio Romeu de Avelar, do Governo do Estado e da AAL, em 1978. Sócia do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL), membro da Academia Alagoana de Letras (AAL), do Grupo Literário Alagoano, da Associação Alagoana de Imprensa (AAI) e da Academia de Letras e Artes do Nordeste (Alane-AL). 

ESCRITOS

POESIA

Canto anônimo (1967); 

Canto sinônimo (1970); 

Canto/Desencanto (1975); 

O anjo encarnado (2008); 

Canto mínimo (2008); 

Canto efêmero (2011). 

CONTO

Passagem (1979). 

TEATRO

Teatro em dois tempos (1994).