PEDRO ONOFRE DE ARAÚJO

Maceió, AL (1936)

BIO

Teatrólogo, ator, diretor e roteirista de cinema, advogado, pintor, poeta, romancista, escritor, jornalista, administrador cultural e analista judiciário. Dirigiu filmes e espetáculos de Teatro. Foi um dos fundadores, em 1956, do Centro Alagoano de Estudos Cinematográficos em Maceió, bem como da Associação Alagoana do Rádio. Foi o primeiro diretor do Museu da Imagem e do Som, em 1961. Fundou o Instituto de Estudos Culturais, Políticos e Sociais do Homem Contemporâneo (IECPS) e foi presidente da Fundação Teatro Deodoro. Trabalhou na Prefeitura Municipal de Maceió, como analista judiciário do TRT da 19ª. Região e advogado, especialista em Direito do Trabalho. Direito Constitucional e Planejamento Governamental. Foi coordenador de Planejamento Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, no governo Divaldo Suruagy (1984), subsecretário Estadual de Cultura (1985) e presidente da Fundação Teatro Deodoro. Na área de literatura, foi membro da Academia de Letras e Artes do Nordeste (Alane-AL), sócio da Academia Maceioense de Letras e sócio benemérito da Associação dos Violeiros e Trovadores de Alagoas.Morreu em Maceió, AL (2018).

ESCRITOS

POESIA

Turbilhão (1964); 

A canção do luar impossível (1970); 

A sombra das arapiracas (1984); 

Cânticos à minha terra

Canções de outono

Onze mil virgens

Poesias completas de Pedro Onofre (2011). 

ROMANCE

A ressurreição da hidra (1999). 

Teatro: Pedro Onofre, teatro (v. 1):  Homens e feras, Terra maldita, Mundaú, Lagoa assassinada (1987); 

Pedro Onofre, teatro (v. 2): Complexos, Vendaval no paraíso e Lua de sangue sobre o vale (1997);

Pedro Onofre, teatro (v. 3): O suicídio, Tempestade em céu azul, Beco das almas perdidas (2002);

Pedro Onofre, teatro (v. 4): Bebgor e Nemesis (2016); 

Pedro Onofre, teatro (v. 5): E na Lua, como será?, O galo de três pernas; A história de Noé (1987).