MANOEL BEZERRA E SILVA

Palmeira dos Índios, AL (1908)

BIO

Servidor municipal, jornalista ou escritor, comerciário, comerciante, romancista e contista.Em 1926, trabalhou na Prefeitura Municipal de Palmeira como fiscal e, dois anos depois, transferiu-se para a Prefeitura Municipal de Viçosa. Em 1929, a convite do Prefeito Graciliano Ramos de Oliveira, retorna a sua terra natal para trabalhar na Prefeitura Municipal. Deixou a Prefeitura neste mesmo ano e voltou a trabalhar no comércio, pouco depois em firma comercial. Trabalhou na Secretaria de Mata Grande/AL entre 1931 e 1933, e como funcionário municipal em Moxotó-PE e Água Branca-AL. Escreveu para o Diário da Manhã (Recife-PE) e colaborou com o jornal Arco-Verde (Rio Branco-PE). Foi correspondente de vários jornais da capital alagoana, também de O jornal e de A Noite, ambos da cidade do Rio de Janeiro. Afastou-se do serviço público em 1950, passou a residir em Maceió, onde instalou uma pequena fábrica de refrigerantes, e depois trabalhou no Ministério do Trabalho até sua aposentadoria. Escreveu os livros na área de folclore e história: Mentir também é arte (1973); Lampião e suas façanhas II (1978) e Visitando Quelé (1981). Em 1985, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL). Morreu em Palmeira dos Índios, AL (1987).

ESCRITOS

CONTO

Lampião e suas façanhas (1966); 

Trindade — terra sem lei (1978); 

Visitando quelé (1981);

Contos e festas sertanejas (1983).

MEMÓRIA

Terra dos Xucurus (1969); 

Terra dos Xucurus II (1972). 

ROMANCE 

Trindade, terra sem lei (1978); 

O sertão que eu conheci (1979); 

As minhas memórias (1984).