LUIZ DE BARROS TORRES

Quebrangulo, AL (1926)

BIO

Escritor, pesquisador, ensaísta e romancista. Iniciou sua carreira no futebol, em 1948, como jogador do C.S.E. (Centro Social Esportivo) de Palmeira dos Índios. Fundou e foi diretor-presidente do Centro Literário Palmeirense, onde escrevia textos para o jornal Opinião Pública. Fundou o PDC (Partido Democrático Cristão) na cidade, e se tornou seu primeiro presidente, e colaborou na fundação do Sindicato Rural de Palmeira dos Índios. Envolveu-se com várias atividades religiosas, dentre as quais ocupou o cargo, em 1957, de primeiro secretário da Sociedade de São Vicente de Paula, onde permaneceu até o seu falecimento. Fundou o TAPI – Teatro Amador de Palmeira dos Índios e dirigiu várias peças teatrais. Criou os símbolos oficiais da cidade: a Bandeira e o Hino, em parceria com José Delfim da Mota Branco (Bandeira), José Rebelo Torres (Letra do Hino) e o maestro José Gonçalves (Música do Hino). Escreveu a coluna Opinião de L. B. Torres no jornal Correio do Sertão. Produziu e desenhou uma revista em quadrinhos sobre a lenda da fundação da cidade de Palmeira dos Índios, além de produzir e dirigir um documentário sobre essa mesma lenda. Foi diretor do Museu Xucurus em Palmeira dos Índios, além de membro do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL) e da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes (APALCA). Morreu no Rio de Janeiro, RJ (1992).

ESCRITOS

ROMANCE

Procissão dos miseráveis (1970); 

Estou baleado, me acudam.