AYLTON QUINTILIANO

Marechal Deodoro, AL (1921)

BIO

Jornalista, historiador, poeta e romancista. Aos 13 anos, começou a trabalhar na Gazeta de Alagoas. Colabora em jornais e revistas locais e atua na área de seguros. Foi um dos membros do Centro Cultural Emílio de Maia. Como membro do Partido Comunista (PC), é enviado para o Rio de Janeiro, onde é preso logo ao chegar. Libertado, começa a trabalhar na Press Parga, uma empresa de divulgação de notícias para jornais e na Tribuna da Imprensa, jornal do PC. Trabalhou, durante um período, em São Paulo, como profissional do jornal local do Partido. Voltou a morar no Rio de Janeiro, afastando-se do PC, onde trabalhou no jornal O Dia e na Rádio Mauá, vinculada ao Ministério do Trabalho. Dirige a editora da Casa do Estudante do Brasil. Ingressou em O Jornal, do grupo Diários Associados, e na Agência Meridional, do mesmo grupo. Trabalhou no Diários Associados sendo transferido, em 1967, para Belém (PA). Publicou, em 1965m o livro não literário A guerra dos tamoios. Morreu em Belém, PA (1968).

ESCRITOS

POESIA 

Direito de viver (1942); 

Versos (1958); 

Caminhos da esperança (1959); 

Estrada do Sol: Sonetos (1961). 

ROMANCE 

A grande muralha (1959); 

Renegados (1961).