ARLENE MIRANDA

Goiana, PE (1937)

BIO

Jornalista e funcionária pública, romancista, cronista e poeta. Arelene Miranda Pereira de Assis começou a escrever para jornal, em 1953, incentivada por José Cavalcanti Barros e Carlos Moliterno. Depois ingressou na profissão nesse mesmo jornal, a Gazeta de Alagoas, como repórter de redação. Foi a primeira mulher, em Maceió, a trabalhar na redação de um jornal. De 1957 a 1961, trabalhou no Jornal do Comércio. Em 1961, passou a viver no Rio de Janeiro, atuando como jornalista em O Jornal e no Diário Carioca. Ingressou por concurso no Ministério de Minas e Energia, onde trabalhou de 1968 a 1987. Em 1972, permaneceu em Maceió por dois anos, período em que voltou a trabalhar na Gazeta de Alagoas. Coordenou a Gazeta Feminina, sendo também Chefe de Reportagem. Manteve a coluna Espaço Acadêmico em A Notícia. Foi membro da Academia Maceioense de Letras e do grupo literário Movimento da Palavra. Morreu em Maceió, AL (2013).

ESCRITOS

POESIA

A hora presente (1966); 

Perfis (1991); 

Histórias bem contadas (2001); 

Retratos da vida (2006); 

Os colibris em festa (2006); 

Olhando estrelas (2009); 

Um novo amanhecer (2011).