ÂNGELO MONTEIRO

Penedo, AL (1942)

BIO

Poeta, cronista, ensaísta, filósofo e professor universitário. Professor adjunto de Estética, nos cursos de Graduação e de Mestrado em Filosofia, no Departamento de Filosofia da UFPE. Um dos editores da Revista Arte & Tempo, onde publicou trabalhos sobre Estética e Filosofia da Arte. Trabalhou no Diário de Pernambuco e no Jornal do Comércio, ambos do Recife. O autor foi um dos escritores integrantes da chamada Geração 65 de Recife.

ESCRITOS

POESIA

Proclamação do verde (1969); 

Didática da esfinge (1971);

Armorial de um caçador de nuvens (1971); 

O inquisidor (1975); 

O ignorado (1980, poesia em prosa); 

O rapto das noites ou o Sol como

medida (1983); 

O exílio de Babel (1990); 

As armadilhas da luz (1992); 

Recitação da espera (1992); 

Poemas de Ângelo Monteiro (1995); 

Os olhos da vigília (2001); 

Todas as coisas têm língua (2008);

O canto da esfinge (2013); 

Como virar as páginas da solidão: sermões ao tempo (2014); 

O inquisidor e Lições de passagem (2018); 

Entre as ondas (2022); 

Imagens em fuga & O trapézio

dos dias (2022). 

CRÔNICA

A cara e as máscaras (2022). 

ENSAIO 

Tratado da lavação da burra ou Introdução à transcendência brasileira (1986);

O conhecimento do poético em Jorge de Lima (2003); 

Escolha e sobrevivência: ensaios de Educação Estética (2004); 

Arte ou desastre (2011); 

Outras vozes (2012).