GRACILIANO RAMOS

Quebrangulo, AL (1892)

BIO

Romancista, contista, jornalista, escritor, tradutor e alto funcionário público. Graciliano Oliveira Ramos estudou num internato em Maceió, onde leu escritores estrangeiros como Dostoiévski e Eça de Queiroz. Autodidata, aprendeu latim, francês, inglês e italiano. Foi eleito prefeito em Palmeira dos Índios pelo Partido Democrata. Em Maceió, colaborou com o Jornal de Alagoas e a revista Novidade, e dirigiu a Imprensa Oficial de Alagoas de 1930 a 1931. Como diretor da Instrução Pública de Alagoas, criou a Escola Profissional Feminina, a Escola Normal de Viçosa e de Penedo, e as Juntas Escolares. No Rio de Janeiro, trabalhou nos jornais A tarde, Correio da manhã e O século. Foi preso, em 1936, suspeito de pertencer à Aliança Nacional Libertadora, vindo a se filiar somente em 1945 ao Partido Comunista. Autor de textos em outros gêneros literários: Histórias de Alexandre (1944), Infância (1945), Memórias do cárcere (1953), Viagem (1954), Linhas tortas (1962) e Viventes das Alagoas (1962). Morreu no Rio de Janeiro, RJ (1953).

ESCRITOS

ROMANCE

Caetés (1933);

São Bernardo (1934);

Angústia (1936);

Vidas secas (1938). 

CONTO

Insônia (1947); 

A terra dos meninos pelados (1939).