JOÃO BARAFUNDA

São Luís do Quitunde, AL (1874)

BIO

Poeta. João Francisco Coelho Cavalcanti, o João Barafunda, formou-se em Direito pela Faculdade do Recife. Colaborou no semanário O Momento e no Correio do Povo, em Porto Alegre, nos quais se envolveu em polêmicas literárias. Exerceu os cargos de juiz de Direito na comarca de Passo Fundo (RS), de onde saiu depois para se refugiar em Rivera, no Uruguai. Escreveu versos para canções no gênero modinha, a mais famosa denominada Genura. Além de advogado, atuou como poeta, romancista, orador e panfletário. Autor dos livros não literários Gigantes e pigmeus (1918) e Ouro de lei — coletânea de frases pitorescas de obras de Camilo Castelo Branco (1919). Foi internado, em 1923, no Hospício Nacional de Alienados no Rio de Janeiro, lugar no qual ficou até morrer. Morreu no Rio de Janeiro, RJ (1938).

ESCRITOS

POESIA

Mestre cofre — versos satíricos sobre a

política alagoana (1895); 

Meu livro (1896); 

Carola maluca (1919); 

Pontas de fogo (1922); 

A cochila;

Letra redonda

O pesadelo

Serengo

Veio de ouro

As vítimas de Judas.