Claudia Lins

Claudia Lins

Rio de Janeiro, RJ (1970)

BIO

Autora, jornalista e editora. Cláudia Regina Lopes Lins é pós-graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias na Escola, pela Uniara (SP), e publicou mais de 15 livros infantojuvenis. Suas histórias são como reinos encantados que falam de sonhos, da cultura africana, do folclore do rio São Francisco e da alegria de ser criança. Coordena a Rede Ler e Compartilhar, um programa nacional de circulação de acervos. Por seu trabalho junto a crianças e educadores alagoanos, recebeu da FNLIJ o Prêmio de Melhor Programa de Incentivo à Leitura do Brasil, em 2014. Seu livro Amigos Bichos e Abraços integrou o Programa Minha Biblioteca da Prefeitura de SP, 2019, distribuído para centenas de crianças. Esteve à frente dos projetos Trem das dez – leitura a todo vapor (BNB de Cultura); Audiolivro – encontro entre a memória e a imaginação (Funarte); e, pelo MINC, A vez e a voz da literatura infantil – o que pensam e escrevem seus autores e Ler é minha praia – brincando com livros infantis. Fez parte também da produção do projeto Festa literária ribeirinha – leitura no balanço das águas.

ESCRITOS

LIVRO PARA INFÂNCIA

Os três porquinhos do Agreste

(1ª ed; 2ª ed.; 3ª ed.); 

O diário de Dandara pelo mundo

O menino que acordou o rio

Os segredos da mata (2010, em coautoria)

Sete histórias de amor e encantamento

(2013, em coautoria)

O reizinho e o espelho

Cadê o ovo

Nina e o clube da aventura

A viagem de Dona Baratinha

Lendas do Velho Chico

Nyuni o menino pássaro

Titi e Tati um dia na escola

A colecionadora de sonhos

Dez elefantinhos do balacobaco

O sonho da floresta

Lá vem o barco!

Trecho de Lendas do Velho Chico: histórias encantadas de Opará

Quando perguntavam de onde surgiram tantos enredos, a bordadeira sempre respondia que era ele, Velho Chico, o responsável por navegar aventuras em seus pensamentos. A ela restava apenas cumprir a sina de bordar e contar. Prendia na agulha da vida o longo fio de memórias do rio e, a cada lenda narrada, seguia pontilhando o invisível tecido do tempo.